Esse pode parecer mais um post viral, mas com certeza é uma lição de vida, e muito mais que isso! Prova o quanto nossa imaginação pode superar limites!
Caine Monroy é um garoto de 9 anos que adora máquinas de arcade, jogos e sempre quis ter seu próprio arcade. Durante suas férias de verão, ele construiu um elaborado arcade com caixas de papelão, no melhor estilo DIY (Do It Yourself – Faça você mesmo), na loja de autopeças de seu pai.
Ele esperava receber vários clientes em seu arcade, mas como o tráfego de pedestres na loja de seu pai (localizada na parte industrial do leste de Los Angeles) era quase zero, então as chances de conseguir um cliente eram muito pequenas. Mas ele nunca desistiu. Enquanto isso ia criando novos jogos e aperfeiçoando os já existentes.
Mas um dia, por acaso, um cineasta chamado Nirvan Mullick entrou na Smart Parts Auto procurando um puxador de porta usado para o seu Corolla 96. E o que ele encontrou foi um elaborado arcade feito a mão com caixas de papelão e administrado por um jovem garoto que o perguntou se ele gostaria de jogar. Nirvan perguntou como funcionava e o garoto respondeu que por US$1 poderia ter quatro rodadas, ou por US$2 poderia obter um Fun Pass com 500 rodadas. E Nirvan escolheu o Fun Pass.
Nirvan era o primeiro cliente de Caine... e no vídeo você poderá ver o final dessa história...
Dia 19 de março, Dia de São José, padroeiro dos marceneiros, carpinteiros e também dos artesãos.
Desde que o homem se socializou, a necessidade de organizar sua vida o levou de uma forma instintiva, a desenvolver habilidades manuais. Assim, por necessidade, o homem aprendeu a modelar o barro, esculpir pedras e madeiras e forjar o ferro.
Mas o homem tem o sopro divino, foi feito à imagem e semelhança de Deus e sua sensibilidade o fez usar de todas esses talentos para criar o belo. Já sabia criar conforto para a família, mas tinha necessidade de alimentar a alma. E o mesmo barro que modelava panelas e pratos, a madeira das estruturas e o ferro das ferramentas começaram a dar forma à esculturas e objetos.
Desejo um dia iluminado para todos aqueles que usam suas mãos e seu coração para fazer um mundo mais belo e encantado!
Nascido na cidade de Bezerros José Francisco Borges, cordelista e xilogravurista brasileiro, que aos 29 anos decidiu que iria escrever Cordel. Sem dinheiro para pagar um ilustrador, resolveu que ele mesmo iria entalhar nas madeiras e até hoje é conhecido pelos seus cordéis e suas xilogravuras. Esse gênio da arte popular já expôs na Venezuela, Alemanha, Suíça, México e Estados Unidos onde foi tema de uma reportagem para o The New York Times.
"Instituto Orbitato, um centro de pesquisa e estudo em arquitetura, moda e design, sediado em Pomerode, é um orgulho catarinense que tem gerado "ciúme" na turma paulista. Vale a pena conhecer o trabalho sólido realizado pelo instituto e suas parcerias com nomes importantes do cenário nacional que compartilham dos mesmos ideiais de educação, e vida da entidade catarinense. Confira a entrevista no Missão Casa e saiba como participar do evento Diálogos Criativos, Identidade e Cotidiano, que acontece dia 19 de novembro, no instituto, com a participação de Ronaldo Fraga, Marcelo Rosenbaum e o arquiteto e professor da FAAP, Carlos Perrone."
-> Matéria publicada originalmente no site Missão Casa pela jornalista Simone Bobsin.
José Emídio tem 26 anos, é formado em administração pública pela Fundação Getúlio Vagas (FGV), já trabalhou em ONGs e governos, participou de um programa de liderança nos Estados Unidos e junto com amigos decidiu criar um movimento pela reforma política no Brasil – o projeto Eu Voto Distrital. O maior sonho dele é encontrar maneiras de mostrar para as pessoas que elas têm nas mãos os recursos que precisam pra fazer transformações que o país necessita e que podem acontecer agora.
Emídio é um exemplo dos 1.784 jovens entrevistados pela Box 1824para o estudo O Sonho Brasileiro, que buscou ouvir a primeira geração global de brasileiros para entender seus valores, a forma como enxerga o país, os papeis que se propõe a desempenhar nele e os cenários futuros em que se vê atuando.
Os resultados da pesquisa revelaram o que Emídio já sabia na prática: os jovens brasileiros estão esperançosos com relação ao futuro, otimistas com o país, e focados na formação e na realização profissional. Segundo a pesquisa, 76% dos brasileiros entre 18 e 24 anos acreditam que o país está mudando para melhor, e 89% deles têm orgulho de serem brasileiros.
Além disso, eles agora sonham em unir trabalho com realização pessoal, em uma nova noção de sucesso que não considera apenas o acúmulo de dinheiro ou status social, mas a relação disso com a sua própria felicidade e com o bem-estar das pessoas que o rodeiam.
Para o sociólogo e um dos responsáveis pela pesquisa, Gabriel Milanez, os jovens de hoje podem se permitir buscar esse novo modelo de realização profissional e pessoal. “Ele não quer um trabalho só como meio de sobrevivência, ‘eu vou trabalhar das 9h às 18h e depois eu vou ser feliz’. Isso não significa que o retorno financeiro, estabilidade e carreira não sejam importantes, são importantes também, mas ele quer integrar a isso satisfação pessoal”, explica.
Outro ponto da pesquisa mostra como os jovens se colocam como os próprios agentes da transformação do país, ao mesmo tempo em que sonham com um Brasil mais justo e ético. Segundo o estudo, 90% dos entrevistados gostariam de ter uma profissão que ajudasse a sociedade, enquanto 31% sonha com respeito e cidadania para o país e 28% almeja oportunidade para todos.
A união de um país no melhor momento da sua história com uma geração globalizada e conectada, que tem possibilidades e instrumentos que nunca houve, é capaz de criar um cenário de oportunidades e potenciais “nunca vistos na história desse país”. Na opinião de Emídio, esses resultados não demonstram tendências para um futuro, e sim revelam um momento real e que já está sendo colocado em prática diariamente. “Para fazer as mudanças, as pessoas precisam parar de esperar e acreditar que vai surgir um herói. Nós somos as pessoas pelas quais estávamos esperando, e a juventude já está fazendo isso no Brasil”, defende.
A geração “Y”, retratada na pesquisa, também se revelou sonhadora, consumista e responsável. Em comparação com as gerações anteriores, ela foi classificada como “coletiva”, já que preza pela interdependência entre bem-estar individual e da sociedade (59% dos jovens brasileiros concordam que têm que pensar em si antes de pensar nos outros e 77% dos jovens concordam que o seu bem-estar depende do bem-estar da sociedade onde vive), e detentora de “sonhos possíveis”, onde se busca a realização dos sonhos no dia a dia, unindo aspirações e objetividade no mesmo momento.
Pontes
A pesquisa também buscou encontrar jovens que de fato já estão agindo e realizando pelo coletivo. Assim, identificou um perfil de atitude relacionada à responsabilidade pelo coletivo, que coloca em ação seus objetivos, possui um otimismo pragmático e, acima de tudo, redistribuem pensamentos e idéias, conectando redes e pessoas que nunca se falariam.
De acordo com a pesquisa, esses são os “jovens-pontes”, jovens que são catalisadores de idéias, gerando um novo tipo de influência, que se dá pela transversalidade. No Brasil, cerca de 8% dos jovens possuem essas características, o que gera um número aproximado de 2 milhões de “jovens-pontes”.
“Então os jovens-pontes são aqueles jovens transformadores do tempo atual. A gente vê que a transformação que esses jovens estão trazendo está muito conectada com aquilo que a gente chamou de micro-revoluções, ou seja, ações diárias, que todo mundo pode fazer em suas vidas, inspiradas pelos heróis reais”, conta.
Geração sustentável
Milanez ainda destaca que o modelo de pensamento desses jovens não é baseado exclusivamente em política como única ferramenta geradora de transformações, “não são apenas as causas grandiosas, grandes mártires, mas todas as causas são igualmente importantes. Então você vê jovens preocupados não apenas com causas políticas, mas também com causa sociais, ambientais, culturais, educacionais, etc. Esse jovem começa a pensar por uma lógica diferente, que é a das redes, da interconexão, de transformar a sociedade de baixo para cima”, diz.
Com isso, os jovens que começam a despontar em um mundo com novas formas de pensar, de agir e de se relacionar, trazem consigo novos conceitos de desenvolvimento baseados no bem coletivo. “Essa noção da integração entre desenvolvimento econômico, social e ambiental, essa composição da sustentabilidade que muitas vezes o jovem não expressa dessa forma, está cada vez mais forte e natural”.
Para o futuro, o sociólogo é otimista. “Acho que a gente vai ter um mundo um pouco mais aberto ao coletivo, mais responsável com as relações humanas e com o meio ambiente, sem excluir o desenvolvimento econômico. Essa geração já está pensando dentro desse novo modelo.”
O documentário Entre Rios é essencial para entender qual foi a lógica que guiou o desenvolvimento da cidade de São Paulo. Um documentário sobre a ação do homem nos principais rios e córregos que cortam a cidade de São Paulo desde sua fundação e como esta intervenção afetou o cotidiano do paulistano.
O vídeo mostra como São Paulo cresceu sob a lógica rodoviária, originando vários problemas que encontramos hoje, como enchentes, trânsito e transporte público ineficiente. Não há muito que comentar neste vídeo que fala por si só de tema tão atual, ao dar preferência ao automóvel, pagamos por isso a cada chuva.
Fiquei muito feliz ao saber que o vídeo foi realizado como Trabalho de Conclusão de Curso em Audiovisual para o SENAC, pelos alunos Caio Silva Ferraz, Luana de Abreu e Joana Scarpelini!! ( =D )
Eu Maior é um filme sobre autoconhecimento e busca da felicidade e conta com depoimentos de gente como Leonardo Boff, Barbara Abramo, Flavio Givokate, Araquém Alcântara, Letícia Sabatella e muitas outras pessoas que falam sobre essas questões universais.
Assisti a alguns depoimentos e gostei bastante! Fizeram bem pro meu domingo =)
O filme está em fase de captação e entra no esquema de colaborações para alcançar a meta de R$ 200 mil.
O processo de criação desta poesia foi iniciado em janeiro de 1991, com a formatação do Sampled-Poem “GODS”, um quebra-cabeças (bricolage) gerado a partir de cut-ups dos vários nomes de “Deus” e entidades divinas publicados em vários idiomas e dialetos na edição de dezembro de 1990 da Revista LIFE.
Na matéria de capa desta edição de fim de ano, intitulada “Whos’s God?”, havia um glossário com inúmeros nomes de divindades religiosas, do qual foram extraídos, os 77 nomes que acabaram gerando o poema da canção.
Os nomes foram inicialmente colados em peças de um Mah-Jong que durante meses foram trocando de lugar, até surgir um conjunto metrificado compatível com o metrônomo da música, fita por Arnaldo Brandão com instruções de Mônica Millet: metade é a batida do ponto de Yemanjah e a outra metade, do ponto de Oxalá…
O vídeo é dedicado à Mãe Menininha que, ainda viva, antes desta reportagem ter saido, manifestou o desejo de um dia ter uma oração em que pudesse dizer todos os nomes de deus sem distinção de credo, fundamentalista ou não.
Pronto o poema, estavam diante de uma peça poliglotímica, incapaz de ser decifrada por muita gente, tanto eram os idiomas e dialetos nela misturados. Entretanto, tal hieroglifo tinha uma característica excepcional: uma vez explicado o leit-motif de sua construção, seu entendimento e sua compreenção se tornavam imediata e totalmente inteligíveis.
O que mais impressiona nesta canção é o fato de que ao cantá-la se está automaticamente invocando o nome de Deus, tornando a peça musical uma espécie de oração ecumênica, absolutamente pacifista e própria para incentivar e fortalecer espiritualmente eventos humanitários.
MUSIC:Life Gods
Authors: Arnaldo Brandão / Mônica Millet / Tavinho Paes
Special Guests: MARISA MONTE & GILBERTO GIL (solistas)
Alceu Valença, Gerônimo & Coral Bibiano Cupim (choral interventions)
Produced by Tavinho Paes & Mônica Millet
Arrangements & Mix by Marcio LoMiranda
Percussion arrangements by Mônica Millet
Musicians:
- Márcio LoMiranda (multimedia keyboards) + Jamil Joanes (bass) + Paulo Rafael (main guitars) + Fernando Vidal (wah-wah guitar) + Cezinha (drums)+ Mônica Millet (percussion) Marcos Suzano (aditional percussion)
Master by Ricardo Garcia (1996)
O TED é uma organização sem fins lucrativos que nasceu com a missão de espalhar idéias, e acabou revolucionando a transmissão de conhecimento. Surgiu em 1984 como uma conferência que reunia pessoas das áreas de Tecnologia, Entretenimento e Design (por isso o nome TED), e hoje conta oficialmente com duas conferências anuais: TED Conference e TED Global.
O formato de apresentações de no máximo 18 minutos é sua característica principal, enquanto os temas são os mais variados possíveis: ciência, comportamento, educação, saúde, entretenimento, sustentabilidade, relatos de experiências....e tudo de forma rápida e clara, ou seja, você não precisa assistir uma apresentação de uma hora para entender do que se trata alguma pesquisa científica ou histórias de vida interessante.
O sucesso provocado pela entrada na internet levou a criação do TEDx em 2009, um licenciamento para que organizadores de qualquer parte do mundo possam realizar as palestras. Desde então, foram realizados 2038 eventos em 107 países. Várias das universidades mais renomadas do mundo, como Harvard, Yale e Stanford, utilizam vídeos do TED para ilustrar de forma rápida algum conteúdo abordado em sala de aula.
No Brasil, ocorreram mais de 20, como o TEDx São Paulo, em 2009, e o TEDx Amazônia, em 2010...e no próprio site do TED você encontra a agenda dos próximos eventos.
Sempre que estou de bobeira pela internet assisto uns dois vídeos... ( a maioria das apresentações são legendadas em vários idiomas pelos próprios usuários do site, de forma colaborativa) eles me inspiram ao mostrar que dá sim pra fazer a diferença!
Vi esse vídeo no blog decoeuração [que eu ADORO!] e então fiquei encantada com o trabalho do artista plástico Hélio Pontes...E acabei caindo no blog desse povo do botão ...E ai que me encantei de vez!
rsrs tem um quê de Arthur Bispo do Rosário, sabe?! [que eu jah falei por aqui ]
Bom, vamos parar de blá-blá-blá e vejam o vídeo logo...
“Quando a gente vai procurar o que fazer dentro da gente, acontece uma coisa incrível! A gente sempre acaba fazendo o que a gente gosta e fazer o que a gente não gosta, é o pior desemprego do mundo”
Helio Leite
Achei bonito e fiquei pensando que tenho muita sorte em fazer todos os dias o que gosto, aliás, tenho muita sorte com todas oportunidades que estão surgindo...no trabalho, nos estudos, nas amizades...em tudo!
Ultimamente só tenho a agradecer por tanta coisa boa que tenho conquistado...
Mas é impossível estar completamente bem o tempo inteiro não é?
e como o Hélio diz... as vezes é bom ter tristezas...elas nos fazem enxergar coisas que não vemos quando estamos completamente felizes!
é normal ter algumas tristezas ou dificuldades na nossa vida, e é nessas horas que temos que agradecer, porque isso é uma super oportunidade para superarmos a nós mesmos, superarmos todas as dificuldades e contratempos que aparecem...e seguirmos melhores que ontem...
Porque são nessas horas de tristeza e desânimo que temos a chance de crescer, ampliar nossos horizontes, melhorar nossas atitudes, rever antigos conceitos, equilibrar nossos pensamentos...enfim...são nesses momentos que somos desafiados a amadurecer nosso espírito!
É verdade ou não é?
[ Esse vídeo vem de uma série de Mini-Documentários que circundam o projeto Thomás Tristonho, cujo carro-chefe é um curta-metragem de nome 'O que é tristeza pra você?". Os artistas envolvidos nele revelam suas perspectivas a respeito do tema “Tristeza”, enquanto somos apresentados aos seus traços... ]
Um tomate é plantado, colhido, transportado e vendido num supermercado, mas apodrece e acaba no lixo. Acaba? Não. ILHA DAS FLORES segue-o até seu verdadeiro final, entre animais, lixo, mulheres e crianças. E então fica clara a diferença que existe entre tomates, porcos e seres humanos.
Olhem só esse mini documentário criado por Jorge Furtado...
"Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho."
Ilha das Flores - Parte 1
Ilha das Flores - Parte 2
ILHA DAS FLORES (35 mm, 12 min, cor, 1989) (janela 1.33, som óptico mono)